No Brasil, eleições de forma indireta acontecem há cinco séculos. Em 1532, Martim Afonso de Souza, donatário da capitania de São Vicente, instituiu a primeira eleição no País. Só podiam votar homens que tinham renda alta, propriedades e linhagem familiar burguesa. Votar é um ato democrático, que passou a ser obrigatório a partir de 1988 pela constituição brasileira.
Todo brasileiro, a partir de 18 anos deve votar, sendo facultativo aos analfabetos e aos maiores de 70 anos. Mas há muito tempo, as pessoas não conseguem entender o real valor do voto. Principalmente, os que estão na linha da pobreza, que "aproveitam" esse período para conseguirem favores, que vão de um simples saco de cimento, para ajudar na reforma da casa, a uma dentadura.
A falta de uma conscientização a respeito de como o voto influência diretamente quatro anos de nossa vida, e indiretamente muito mais, retardam o avanço do país. As pessoas que tiveram oportunidade de estudar, e consequentemente se informar, precisam se preocupar com o rumo que os políticos estão dando a nação brasileira. O governo precisa investir em propagandas e programas que tragam esclarecimentos de que um bom político não é o que compra seu voto, mas o que consegue gerar empregos, investe na saúde, educação, saneamento básico.
Agora em Outubro, teremos mais uma oportunidade de mudar o que não concordamos. Afinal, com a maior carga tributária do mundo, como o governo ainda não conseguiu tirar aproximadamente 4 milhões de pessoas da linha da miséria? O momento de mudar é agora, e o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) deve está atento para que os políticos não subornem os eleitores com pequenos favores, que servem somente para mascarar o problema e não para sua solução.