domingo, 5 de setembro de 2010

Sim, eu aceito

Fui a um casamento esta semana de um amigo de infância. Como é lindo participar de um momento tão importante na vida de quem acredita que casar, é a melhor forma de se ter uma companhia para toda a vida. Algumas pessoas acham que é perda de tempo, que estamos vivendo um momento contrário a construção de uma família, de sonhos, de fidelidade. Será? Eu acredito que é possível, e assisto a todos, como uma expectadora que sonha em viver esse momento.
É claro que devido aos últimos noticiários, onde o seio familiar tem se assemelhado mais a um campo de batalhas, do que a um lugar seguro, a institição mais antiga da sociedade é também a que mais se transformou nos últimos anos, gerando assim em algumas pessoas
um sentimento de que casamento assemelha-se a um jogo de loteria, onde muitos tentam, poucos conseguem. Dá para entender porque muitos jovens riscaram essa palavra de suas vidas.
Lembrando da minha infância, penso nas mocinhas das histórias que sofreram, se decepcionaram, mas no fim conseguiram achar um príncipe mesmo em meio a muitos sapos. Todas as história que terminavam com um: E foram felizes para sempre, estão vivas em minha mente.
Encarado com responsabilidade o casamento pode ser uma imensa fonte de satisfação e felicidade em um mundo em que o consumismo e a individualidade norteiam a vida das pessoas. Uma maneira de evitar um desastre no casamento é conhecer a fundo o parceiro, antes do "sim". Procurar saber como é a relação com os pais, como foi o ambiente de sua criação, como é tratado por seus amigos e pessoas que conviveram com o seu futuro parceiro.
Porém a lição que fica de tudo isso é: Vale a pena investir em um compromisso, na realização de uma festa, na preparação de um momento que é o divisor de águas na vida das pessoas.

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